A esperança de vida à nascença no Alto Minho fixou-se nos 81,92 anos no triénio 2023-2025, um valor superior à média nacional, que se situou nos 81,85 anos, segundo os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O Alto Minho integra, assim, o conjunto de oito regiões NUTS III em que este indicador ultrapassou a média nacional. No mesmo período, a região norte apresentou a maior esperança de vida do país, com 82,31 anos.
De acordo com os dados do INE, o Cávado destacou-se por apresentar a esperança de vida à nascença mais elevada, com 83,06 anos. O Alto Minho ocupa a sexta posição do ranking nacional, entre as oito regiões que ultrapassaram a média nacional, ficando atrás da região de Coimbra, de Trás-os-Montes, da região de Aveiro e da região de Leiria.
Em comparação com o triénio 2022-2024, quando a esperança de vida à nascença no Alto Minho era de 81,54 anos, verificou-se um aumento de 0,38 anos, o equivalente a cerca de quatro meses e meio.
A nível nacional, a esperança de vida à nascença foi estimada em 79,22 anos para os homens e 84,26 anos para as mulheres. Face ao triénio anterior, registou-se um aumento de 3,4 meses no caso dos homens e de 3,1 meses no das mulheres.
A região norte voltou a destacar-se pelos valores mais elevados de esperança de vida à nascença, tanto para os homens (79,83 anos) como para as mulheres (84,57 anos). Em sentido contrário, as regiões autónomas dos Açores e da Madeira registaram os valores mais baixos, com 78,69 e 80,06 anos, respetivamente.
Também, a esperança de vida aos 65 anos apresentou uma evolução positiva. Em Portugal, este indicador fixou-se nos 20,19 anos, correspondendo a um aumento de dois meses relativamente ao triénio anterior. Os homens com 65 anos podem esperar viver, em média, mais 18,49 anos, enquanto as mulheres poderão viver mais 21,55 anos.
No norte, a esperança de vida aos 65 anos atingiu os 20,49 anos. Já no Alto Minho, o valor foi, ainda, superior, fixando-se nos 20,78 anos. Na região norte, este indicador era de 19,97 anos no triénio 2020-2022, o que representa um aumento de 0,52 anos, equivalente a cerca de seis meses.
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