A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) está a desenvolver um diagnóstico e uma caracterização do espólio arqueológico existente nos dez municípios do distrito, com o objetivo de reforçar a preservação, a gestão e a valorização deste património.
A iniciativa integra o projeto “Habitat Cultural do Alto Minho”, candidato ao programa NORTE 2030, que reúne um conjunto de ações destinadas à valorização cultural e patrimonial do território.
O trabalho, realizado em articulação com os municípios do Alto Minho, contempla o levantamento e a inventariação das coleções arqueológicas existentes em museus municipais, centros de interpretação e respetivas reservas técnicas.
Em comunicado, a CIM Alto Minho descreve que este diagnóstico permitirá “conhecer melhor as coleções existentes”, assim como “avaliar o seu estado de conservação e as condições de armazenamento e gestão”, e, ainda, “identificar necessidades, boas práticas e oportunidades de melhoria”.
A informação recolhida servirá igualmente de apoio à atualização e organização dos dados no Endovélico, o Sistema de Informação e Gestão Arqueológica gerido pelo Património Cultural, I.P., contribuindo para uma gestão mais sistematizada da informação relativa ao património arqueológico da região.
Segundo a CIM Alto Minho, este trabalho pretende “contribuir para a dinamização do Polo Arqueológico do Alto Minho e reforçar a cooperação entre os dez municípios na gestão e valorização deste património”.
O conhecimento aprofundado e organizado das coleções arqueológicas deverá, assim, “apoiar futuras estratégias de conservação, investigação e valorização, promovendo o acesso a este património por parte das comunidades locais e do público em geral”.
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