A Câmara Municipal de Caminha lançou um concurso público para a valorização e conservação do património museológico do concelho, com um preço base de 295 mil euros e um prazo de execução de 24 meses.
O anúncio foi publicado no Diário da República no passado dia 4 de fevereiro e prevê a seleção de uma entidade responsável por uma intervenção alargada que abrangerá as várias unidades museológicas em funcionamento, bem como os principais sítios arqueológicos do concelho.
Em declarações ao jornal O Caminhense, a presidente da Câmara Municipal de Caminha, Liliana Silva, explicou que “o objeto concreto desta candidatura é criar a rede de museus do concelho de Caminha, intervenção alargada que vai envolver as várias unidades museológicas em funcionamento bem como os sítios arqueológicos mais importantes, unindo-os sobre uma linguagem estética comum”.
Segundo a autarca, esta linguagem permitirá criar “uma dinâmica de rede entre todos os espaços”, reforçando a ligação entre os diferentes equipamentos culturais e patrimoniais do concelho.
Liliana Silva adiantou ainda que a intervenção permitirá renovar o Museu Municipal de Caminha, nomeadamente ao nível da exposição permanente, e intervir na Torre do Relógio, com a renovação dos elementos expositivos. Nos restantes espaços estão previstas intervenções pontuais para garantir uma linguagem comum e uma articulação em rede.
Outro dos projetos previstos passa pela criação de um circuito de visita às gravuras rupestres de Lanhelas. “Vamos criar um percurso que permita às pessoas percorrer e observar este património arqueológico num espaço natural de excelência”, concluiu a presidente da Câmara.
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